sexta-feira, 31 de maio de 2013

O MARCO INICIAL DA PUBLICIDADE

Na televisão, uma nova forma de anunciar

Com a chegada da televisão, a partir dos anos 50, a publicidade Brasileira ganhou novo fôlego. O otimismo pós-guerra também fortaleceu o consumo e, consequentemente fez aumentar a produção. E para facilitar as compras, surgiram os crediários. Com isso criaram a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e, a Associação Brasileira de Agencias de Propaganda (Abap).
A televisão inaugurou uma nova forma de anunciar os produtos, os programas e comercias eram produzidos por agências publicitarias, como a McCann-Erickson e a Thompson inspiradas no modelo norte-americano.
Atrela ao crescimento econômico e industrial do país, o mercado publicitário do brasileiro progrediu sensivelmente, com São Paulo à frente. Na época, para atender o setor automobilístico paulista, as agencias tiveram de ‘’importa’ ’publicitários cariocas. Foi à iniciativa do Museu de Arte de São Paulo de organizar o Primeiro Salão Nacional de propaganda em dezembro de 1950. Com o sucesso do evento resultou a idealização da primeira faculdade de publicidade no país - em 1951 foi a atual escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que teve o Masp como sede inicial. Nisso veio a revista Propaganda, criada em 1956, dedicada ao mercado publicitário.

O Brasil começou a participar e ganhar prêmios importantes nos festivais internacionais de publicidade. O primeiro premio foi  um Leão de prata, no Festival de Cannes de 1971: um comercio para mortadela  Swift feito por Júlio Ribeiro na época um dos mais proeminentes publicitário brasileiro. Foi o início do período de maior glamour para o setor. Hoje, a propaganda provê o sustento de boa parte da mídia nacional – jornais, revistas, emissoras de TV e de radio, cinema e interne. Sem publicidade, seria praticamente impossível a existência de comunicação. 

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