Acompanhado o crescimento do comércio, a partir de 1821, começaram a aparecer jornais especializados em anúncio - entre os quais, na capital fluminense, o Diário do Rio de Janeiro , o Espectador Brasileiro e o Almanaque dos negociantes e, no Recife, o Diário de Pernambuco . logo depois foram criados os cartazes , as bulas, os panfletos e também as primeiras placas em cores e painéis. No fim do seculo 19 e inicio do seculo 20, as revista eram basicamente por anúncios variados.
As primeiras agências de publicidade brasileiras surgiram em 1914, a Eclética com sede em São Paulo, foi a primeira agência dedicada exclusivamente à publicidade.
As revoluções de 1932 provocaram grandes reviravoltas na
economia do Brasil, contudo, apesar da crise, a Revolução de 32 também foi responsável
por impulsionar e fortalecer a indústria brasileira. O produto fabricado aqui,
finalmente ganhou mais valor.
Nas palavras do publicitário Aldo Xavier, em depoimento a
Ricardo do Ramos no livro do Reclame à comunicação,
‘’ antes disso, afirmar-se de um produto ser nacional era tremendamente
pejorativo’’. Mas essa barreira já havia sido quebrada na década de 1920 e, com
o surgimento e a evolução da indústria brasileira,
a propaganda também deslanchou .
Na década de 1930, instalou-se no Brasil a primeira sucursal
de uma agência estrangeira, a Foreign Power, representada por Armando D’Almeidaque
fundou da Inter-Americana. Com os norte-americanos, os profissionais brasileiros
aprenderam a fazer ‘’anúncios bonitos, bons layouts e ponto-de-venda bem enfocados
‘’.
Vedetes dos anos 30 e 40 entre o meio de comunicação o radio
teve grande importância para a propaganda brasileira. Mas, a partir de 1933, a
forma de propaganda pelo radio mudou radicalmente. Surgiram os spots, os programas
patrocinados, associados a marcas. A segunda Guerra Mundial foi responsável pela
por uma queda no movimento do mercado publicitário
brasileiro.

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